Bariloche, Argentina

Guia da cidade com dados principais, viagens, negócios e cultura.

ArgentinaRío Negro

Visão geral

Bariloche (San Carlos de Bariloche) é a capital de ar alpino da Região dos Lagos argentina, no norte da Patagónia — à beira do Lago Nahuel Huapi, sob os Andes, famosa pelo seu parque nacional e pelos seus lagos, pelo esqui no Cerro Catedral, pela arquitetura de estilo suíço e pelo chocolate, e como porta para a rota dos Sete Lagos da Patagónia e para a travessia andina até ao Chile.

Lagos e parque nacional

O Lago Nahuel Huapi e o Parque Nacional Nahuel Huapi — o Circuito Chico, a vista do Cerro Campanario, o Llao Llao, a Isla Victoria e a floresta de arrayanes.

Esqui e trekking

O Cerro Catedral, uma das maiores estâncias de esqui da América do Sul, no inverno; os trilhos de refúgio (Frey, López), o Cerro Otto e o BTT no verão.

Chocolate e vila alpina

O Centro Cívico de troncos e pedra, as chocolatarias artesanais da Calle Mitre, a herança dos colonos da Europa central e a cerveja artesanal.

Aventuras patagónicas

A rota dos Sete Lagos até San Martín de los Andes, a Travessia Andina até ao Chile, e a pesca à mosca, o rafting e o caiaque.
Resumo de viagem

San Carlos de Bariloche, em geral só «Bariloche», é o coração da Região dos Lagos argentina e um dos destinos mais queridos do país — uma vila de montanha na margem sul do vasto Lago Nahuel Huapi, semeado de ilhas, cercada pelos picos nevados dos Andes da Patagónia norte. Povoada por volta do início do século XX por imigrantes da Europa central, sobretudo alemães, suíços e italianos, ganhou a alcunha de «Suíça argentina» e ainda a usa: o emblemático Centro Cívico e muitos dos seus edifícios são construídos num caraterístico estilo alpino de troncos e pedra cinzenta, a rua principal está cheia de chocolatarias artesanais, e a cozinha vai do fondue à truta fumada, ao veado e à cerveja artesanal. Mas o verdadeiro atrativo é a paisagem em redor, quase toda dentro do Parque Nacional Nahuel Huapi — o mais antigo da Argentina —, um maravilhamento de lagos de um azul profundo, florestas de faia austral (lenga e coihue), cascatas e montanhas. No inverno (de junho a setembro, grosso modo) Bariloche é o principal destino de esqui da América do Sul, com o Cerro Catedral, uma das maiores e melhores estâncias do continente, à porta. Nos meses quentes, torna-se um paraíso ao ar livre: caminhadas até aos refúgios de montanha, o clássico passeio cénico do Circuito Chico, o teleférico do Cerro Campanario até um dos miradouros mais famosos da América do Sul, caiaque e vela nos lagos, pesca de truta à mosca, BTT e passeios a cavalo. É também a porta sul da lendária Ruta de los Siete Lagos (rota dos Sete Lagos), a norte, rumo a San Martín de los Andes, e o ponto de partida da espetacular Travessia Andina de barco e autocarro até Puerto Varas, no Chile. Com um cenário de caixa de bombons, aventura o ano inteiro e uma fácil atmosfera de estância alpina, Bariloche é a base natural para explorar a Patagónia norte.

Descubra Bariloche

Bariloche fica à beira do Lago Nahuel Huapi, um enorme lago glaciar, profundo, de braços longos como fiordes e ilhas arborizadas, no centro do parque nacional com o mesmo nome — o mais antigo da Argentina, criado em 1934. A introdução clássica é o Circuito Chico, um percurso cénico a oeste da vila, por miradouros, praias e o grandioso hotel Llao Llao, na sua península arborizada entre dois lagos. A meio, um teleférico (ou uma curta subida íngreme) leva ao Cerro Campanario, cujo cume dá um celebrado panorama de 360 graus sobre os lagos, as penínsulas e os picos — muitas vezes apontado como uma das melhores vistas do mundo. De Puerto Pañuelo, os barcos atravessam o lago até à Isla Victoria e ao Bosque de Arrayanes, uma rara floresta de arrayanes de casca cor de canela, e até ao bravio Puerto Blest e ao esmeralda Lago Frías, perto da fronteira chilena. Mais longe, a estrada para sul leva ao sopé do Cerro Tronador, o pico mais alto da zona, ao seu Ventisquero Negro («glaciar negro») e à cascata Los Alerces. Lagos, praias, florestas e miradouros fazem do parque a razão por que a maioria vem.

Perguntas frequentes

Bariloche é o coração da Região dos Lagos argentina, na Patagónia norte, famosa pelo cenário à beira do Lago Nahuel Huapi, sob os Andes, e pelo parque nacional em redor, o mais antigo do país. É conhecida pelo esqui no Cerro Catedral, uma das maiores estâncias da América do Sul; pelas caminhadas, lagos e miradouros de verão, como o Cerro Campanario; e pelo seu caráter de «Suíça argentina» — arquitetura alpina, chocolate artesanal e uma cena de cerveja artesanal e fondue. É também a porta para a rota dos Sete Lagos e para a travessia andina até ao Chile.

Sim — a Calle Mitre, a rua principal, está repleta de chocolatarias artesanais de longa data, muitas fundadas por famílias italianas e da Europa central, e Bariloche é a capital do chocolate do país. Faz parte do seu caráter de «Suíça argentina», com o Centro Cívico de troncos e pedra e a cozinha de fondue e truta fumada. Outro destaque é a vista do cume do Cerro Campanario, um teleférico curto a partir do Circuito Chico, muitas vezes apontada como uma das melhores do mundo.

Ambos são excelentes, para coisas diferentes. O inverno (de meados de junho ao início de outubro) é a época de esqui, quando o Cerro Catedral atrai esquiadores de toda a América do Sul e a vila está no seu mais movimentado. O verão (de dezembro a março) é ideal para caminhadas, o Circuito Chico, os lagos, o caiaque, a pesca e a rota dos Sete Lagos, com dias longos e temperaturas agradáveis. A primavera e o outono são mais tranquilos, com o outono (março-abril) a vestir as florestas de cor.