Visão geral
Cidade histórica
Gastronomia e mercados
Festivais e cultura
Parques e bairros
Montreal é a capital cultural do Canadá francófono e a cidade mais europeia da América do Norte — um lugar onde a sinalética, a cultura de café e os longos almoços parecem mais próximos de Lyon do que de Toronto, numa ilha do rio São Lourenço. O núcleo histórico, a Vieux-Montréal (Velha Montreal), é uma malha compacta de ruas de calçada, edifícios de pedra dos séculos XVII e XVIII e a imponente Basílica de Notre-Dame, em estilo neogótico, que desce até a um Porto Velho renovado, à beira-rio. Atrás do centro ergue-se o Monte Royal, a colina verde que dá nome à cidade, desenhada pelo paisagista do Central Park de Nova York e coroada por um miradouro sobre a silhueta urbana. O caráter da cidade, porém, vive nos seus bairros: o Plateau-Mont-Royal, das escadas em espiral exteriores, dos murais e dos terraços; Mile End, o coração boémio que deu ao mundo os bagels de Montreal (cozidos em água com mel e assados em forno a lenha) e uma cena musical; o Quartier des Spectacles, onde os festivais de verão — o enorme Festival Internacional de Jazz, o Just for Laughs, e muitos mais — tomam as ruas. Comer é um prazer que define a cidade, das sanduíches de smoked meat do Schwartz's e da poutine a uma profunda lista de restaurantes modernos e aos vastos mercados Jean-Talon e Atwater. Os invernos são longos e frios, suavizados pelas trinta e tal quilómetros de passagens climatizadas da Cidade Subterrânea e por uma cultura que abraça a estação; os verões são quentes, verdes e cheios de vida ao ar livre.
Descubra Montréal
Dois a três dias cobrem bem a cidade: um para a Vieux-Montréal e a Basílica de Notre-Dame, descendo até ao Porto Velho; um para o miradouro do Monte Royal e os bairros do Plateau e de Mile End, de terraço em terraço; e tempo para a gastronomia — um bagel a sair do forno, um smoked meat no Schwartz's e os mercados Jean-Talon e Atwater. No verão, acrescente os festivais do Quartier des Spectacles.
Sim — o Festival Internacional de Jazz de Montreal é reconhecido pelo Guinness como o maior festival de jazz do mundo. Decorre no fim de junho e início de julho, no Quartier des Spectacles, com centenas de concertos, muitos deles gratuitos e ao ar livre. É o ponto alto de um verão de festivais que inclui também o Just for Laughs (comédia) e os Francos (música em francês), e que toma literalmente as ruas do centro.
Não — Montreal é oficialmente francófona e o francês está em todo o lado, mas a cidade é muito bilingue e o visitante orienta-se com facilidade em inglês, sobretudo no centro, na Vieux-Montréal e nos espaços turísticos. Umas palavras de francês (bonjour, merci) são apreciadas e, muitas vezes, retribuídas com uma passagem para o inglês. A leste do centro e nos bairros residenciais, o francês é mais dominante.
Turismo e guias de destino
7 missões nesta cidade, agrupadas por região.