Pequim, China

Guia da cidade com dados principais, viagens, negócios e cultura.

ChinaBeijing

Visão geral

Pequim é a capital e o coração cultural da China — uma cidade onde as 980 construções da Cidade Proibida, os becos hutong dos bairros antigos e a futurista torre da CCTV dividem o mesmo horizonte, e onde vários dos trechos mais visitados da Grande Muralha estão ao alcance de um bate-volta.

Patrimônio imperial e sítios da UNESCO

Cidade Proibida, Templo do Céu, Palácio de Verão, Tumbas Ming — Pequim tem quase o maior número de sítios da UNESCO entre as cidades do mundo, de cinco milênios de civilização.

Bate-volta à Grande Muralha

Quatro trechos distintos ao alcance de um dia: Badaling pela acessibilidade, Mutianyu pelo equilíbrio, Jinshanling para caminhada e fotos, Simatai para passeios noturnos sob as estrelas.

Hutongs e a velha Pequim

Passeios de riquixó pelos becos de casas de pátio, casas de chá à beira do lago em Shichahai, ateliês criativos em siheyuan e o tecido de escala humana de uma cidade mais antiga que suas avenidas.

Pato laqueado e street food

Pato fatiado na mesa, panquecas jianbing de café da manhã, espetinhos de cordeiro muçulmanos na Niujie, hotpot de panela de cobre e frutas de espinheiro caramelizadas no espeto.

Arte contemporânea e arquitetura

O Distrito de Arte 798 em fábricas desativadas, a galeria UCCA, o «Ninho de Pássaro» e o «Cubo d'Água», a sede da CCTV e uma cena de galerias à altura de qualquer capital asiática.
Resumo de viagem

A Cidade Proibida ancora o eixo imperial de Pequim — 980 construções em 72 hectares onde 24 imperadores das dinastias Ming e Qing governaram por cinco séculos, hoje um complexo de museus que recebe dezenas de milhões de visitantes por ano (limite diário de 80 mil; reserva online obrigatória). Logo ao sul, a Praça Tiananmen abre-se em uma das maiores praças públicas do mundo, ladeada pelo Museu Nacional e pelo Grande Salão do Povo. Ao norte da Cidade Proibida, a colina artificial do parque Jingshan entrega o panorama definitivo sobre os telhados dourados do palácio. O Templo do Céu, onde os imperadores realizavam rituais do solstício por cinco séculos, fica em um parque onde os aposentados de Pequim praticam tai chi, soltam pipas e tocam erhu ao amanhecer — uma das manhãs mais atmosféricas da cidade. Os bairros de hutong — as redes de becos estreitos com casas tradicionais de pátio — sobrevivem em Shichahai, Nanluoguxiang e Dashilar, oferecendo um contraponto de escala humana às avenidas de oito faixas. O Distrito de Arte 798, em um antigo complexo de fábricas de eletrônica militar, tornou-se um dos quarteirões de arte contemporânea mais importantes da Ásia. O Palácio de Verão, jardim imperial e refúgio às margens de um lago no extremo noroeste, recompensa meio dia de visita. E a Grande Muralha: Badaling (a mais acessível, com teleférico e multidões), Mutianyu (o melhor equilíbrio de acesso e atmosfera, com teleférico e tobogã), Jinshanling (para caminhantes, com fotos espetaculares ao nascer do sol) e Simatai (o único trecho iluminado à noite) ficam todos de 70 a 130 km do centro de Pequim.

Descubra Pequim

A Cidade Proibida (Museu do Palácio) é o maior complexo palaciano do mundo — 980 construções preservadas, dispostas ao longo de um preciso eixo norte-sul que vai da porta Yongdingmen, passando pela Tiananmen, até as Torres do Sino e do Tambor. Entre pela Porta do Meridiano (Wumen), atravesse a Ponte da Água Dourada e à frente ergue-se o Salão da Suprema Harmonia — a maior estrutura de madeira da China, onde coroações e audiências imperiais aconteciam sobre um terraço de mármore esculpido com dragões. O pátio interno, atrás dele, abriga os aposentos do imperador, o palácio da imperatriz e as galerias de tesouros com jade, cerâmica, pintura e caligrafia de milênios. Reserve no mínimo três horas; os mais dedicados voltam várias vezes. As coleções giram constantemente — a galeria de cerâmica e a de relógios (peças europeias dadas aos imperadores Qing) são atrações fixas. Combine com o parque Jingshan, logo atrás, para o panorama dos telhados, e com o vizinho parque Zhongshan, mais tranquilo.

Perguntas frequentes

Sim — com 980 construções preservadas em 72 hectares, a Cidade Proibida (o Museu do Palácio) é o maior complexo palaciano do mundo. Foi a residência de 24 imperadores das dinastias Ming e Qing por cinco séculos e hoje recebe dezenas de milhões de visitantes por ano. A entrada tem limite diário de 80 mil pessoas e reserva online obrigatória, então garanta o ingresso com antecedência.

Mutianyu é o equilíbrio mais recomendado: cantaria Ming restaurada, teleférico na subida, um tobogã na descida e menos gente que Badaling. Badaling (a 70 km) é o mais acessível, mas o mais lotado — vá antes das 8h. Jinshanling, mais distante, é o preferido dos caminhantes e dos fotógrafos, com muro parcialmente restaurado pelas montanhas. Simatai é o único iluminado à noite.

Sim, a reserva é online e obrigatória, com limite diário de visitantes — compre o ingresso com alguns dias de antecedência, sobretudo no verão e em feriados. Entre pela Porta do Meridiano (Wumen) e reserve pelo menos três horas. Logo atrás, o parque Jingshan oferece o melhor panorama dos telhados dourados, e vale combinar os dois numa mesma manhã.

Missões diplomáticas em Pequim

18 missões nesta cidade, agrupadas por região.