Visão geral
Caminhante do património — foco na península
Saltador de resorts e casinos do Cotai
Peregrino gastronómico — do macaense ao Michelin
Bate-volta a partir de Hong Kong
Família e crianças — Cotai + Coloane
História
Cultura
Informações práticas
Macau compensa dois a três dias sem pressa. A maioria dos visitantes chega de ferry a partir de Hong Kong (Sheung Wan ou Kowloon, cerca de 55 minutos) ou de autocarro pela Ponte Hong Kong–Zhuhai–Macau (cerca de 40 minutos a partir de Tung Chung); a terceira via é um voo regional para o Aeroporto Internacional de Macau, na Taipa. Onde ficar depende da ênfase da viagem: a península de Macau é a escolha certa para quem se foca no Centro Histórico da UNESCO e nos restaurantes macaenses a pé (o Mandarin Oriental, o Sofitel e o Grand Lisboa concentram-se à volta do núcleo histórico), enquanto o Cotai é indicado para o conforto dos casino-resorts e a infraestrutura integrada de luxo (o Venetian, o Wynn Palace, o City of Dreams, o MGM Cotai, o Studio City e o Parisian alinham-se ao longo de um único corredor). A rede gratuita de shuttles entre casinos — aberta a toda a gente, não só a hóspedes, com partidas a cada 10–30 minutos do Terminal Marítimo do Porto Exterior, do Terminal da Taipa, do aeroporto, da Ponte Flor de Lótus e da fronteira das Portas do Cerco — torna o transporte entre zonas praticamente gratuito. O roteiro clássico de dois dias é um dia de património na península (Largo do Senado → Ruínas de São Paulo → Fortaleza do Monte → Templo de A-Má, com um almoço macaense na Vila da Taipa pelo meio) e um dia de Cotai para os megarresorts, o espetáculo aquático House of Dancing Water no City of Dreams e um jantar no Robuchon au Dôme ou no Don Alfonso 1890, no Grand Lisboa. Um terceiro dia — muito recomendável — abre a Vila de Coloane para os pastéis de nata da padaria original de 1989, a Capela de São Francisco Xavier e o sossego reparador da Praia de Hác Sá. Os cartões Visa e Mastercard estrangeiros funcionam diretamente em casinos, hotéis, restaurantes e lojas; o Apple Pay e o Google Pay funcionam normalmente nos terminais NFC; a pataca de Macau e o dólar de Hong Kong circulam em paralelo a uma taxa de facto de 1:1.
Descubra Macau
Dois a três dias sem pressa. O roteiro clássico é um dia de património na península (Largo do Senado, Ruínas de São Paulo, Fortaleza do Monte e Templo de A-Má) e um dia no Cotai para os megarresorts e os espetáculos. Um terceiro dia abre a Vila de Coloane, com os pastéis de nata da Lord Stow's original e a Praia de Hác Sá. Quem chega de Hong Kong consegue um bate-volta de um dia, mas quem planeia dois dias depressa deseja ter três.
Sim. Fruto de 442 anos de presença portuguesa, o português continua a ser língua co-oficial a par do cantonense: a sinalética de rua e os documentos do governo são bilingues, muitos nomes de ruas e largos são portugueses e a herança luso-chinesa está visível na arquitetura, nas igrejas e na calçada do Largo do Senado. Para o viajante lusófono, é o destino mais «familiar» de toda a Ásia.
Na Torre de Macau, no Porto Exterior. O AJ Hackett Bungy lança-se de uma plataforma a 233 metros de altura e é o salto de bungy comercial mais alto do mundo, confirmado pelo Guinness, em funcionamento contínuo desde 2006. Para quem prefere menos adrenalina, a mesma torre tem o Skywalk X (passeio numa cornija exterior, com arnês) e um miradouro de 360 graus com secções de chão de vidro.