Amsterdã, Países Baixos

Guia da cidade com dados principais, viagens, negócios e cultura.

Países BaixosNorth Holland

Visão geral

Amsterdã é a capital dos Países Baixos e uma das cidades mais características da Europa — um anel de canais do século XVII, de casas de mercadores com empenas e de barcos-moradia, envolvendo museus de classe mundial, com uma cultura da bicicleta, uma tradição de café fundada na gezelligheid e uma energia criativa que transborda muito além do centro histórico.

O anel de canais da UNESCO

O Grachtengordel do século XVII — casas com empenas, barcos-moradia, as Nove Ruas e os passeios de barco por 165 canais.

Museus de classe mundial

Rijksmuseum, Museu Van Gogh e Stedelijk numa só praça; a Casa de Anne Frank na Prinsengracht — reserve com semanas de antecedência.

Bruine cafés e jenever

Os bruine kroegen revestidos de madeira, os proeflokalen servindo jenever à moda tradicional e a gezelligheid que os holandeses se recusam a traduzir.

A cidade de bicicleta

Ciclovias em toda parte, as bicicletas alugadas como meio local e o Vondelpark e o Amsterdamse Bos para pedaladas no verde.

Diversidade gastronômica

A rijsttafel indonésia, os balcões surinameses de roti, as bancas de arenque, o Albert Cuypmarkt e a Foodhallen.

Norte criativo e docas

As balsas gratuitas pelo IJ até o museu do cinema EYE, o mirante A'DAM e o cais de street art NDSM.
Resumo de viagem

O centro de Amsterdã é um Patrimônio Mundial da UNESCO que se atravessa a pé em quarenta minutos: os canais concêntricos do Grachtengordel — Herengracht, Keizersgracht, Prinsengracht — escavados no século XVII e ainda ladeados pelas casas com empenas, pelos pátios escondidos e pelos barcos-moradia que definem a imagem da cidade. O quarteirão dos museus concentra três das grandes coleções da Europa em poucas centenas de metros: o Rijksmuseum, com A Ronda Noturna de Rembrandt e o melhor do Século de Ouro holandês, o Museu Van Gogh, com a maior coleção do mundo de suas obras, e o Stedelijk, para arte moderna e contemporânea. A Casa de Anne Frank, na Prinsengracht, conserva o anexo secreto onde Anne escreveu seu diário — reserve online com boa antecedência. Mas Amsterdã recompensa quem sai da zona de cartão-postal: as ruas estreitas e os bruine cafés do Jordaan, o Albert Cuypmarkt e os bistrôs de De Pijp, a arquitetura moderna das docas orientais e Noord — uma balsa gratuita pelo IJ — onde os guindastes dos estaleiros hoje contemplam o museu do cinema EYE, a torre A'DAM e o cais criativo NDSM. Locomover-se já é metade do prazer: bondes e metrô são rápidos, mas uma bicicleta alugada nas ciclovias dedicadas é o meio local por excelência. E a mesa da cidade é mais ampla do que sua fama — a rijsttafel indonésia, as casas de roti surinamesas, as bancas de arenque, os stroopwafels quentes da chapa e os proeflokalen servindo jenever à moda antiga.

Descubra Amsterdã

Os três canais principais — Herengracht, Keizersgracht e Prinsengracht — foram escavados para fora do núcleo medieval no século XVII como uma única expansão planejada, e o resultado é a paisagem urbana histórica mais coerente do norte da Europa: 165 canais, cerca de 1.500 pontes e milhares de casas com empenas tombadas, construídas para mercadores cujas mercadorias chegavam de barcaça e eram içadas aos sótãos pelas vigas de guindaste ainda visíveis em cada fachada. Percorra-o cedo ou tarde para ver a luz sobre a água; o Golden Bend, no Herengracht, exibe as casas mais suntuosas, enquanto as ruas radiais de ligação — De Negen Straatjes (as Nove Ruas) — abrigam as butiques e os coffee bars. Um passeio de barco pelos canais vale realmente a pena apesar das multidões (a cidade se lê melhor da água), e o Museum Van Loon e o Grachtenmuseum abrem interiores autênticos de casas de canal. À noite, as pontes ficam iluminadas por fileiras de lâmpadas: a clássica imagem de Amsterdã.

Perguntas frequentes

Três dias inteiros cobrem o essencial em ritmo humano: um para o anel de canais e o Jordaan, um para o Museumplein (Rijksmuseum mais Museu Van Gogh) e um para os bairros — De Pijp, a balsa para Noord — ou meio dia em Zaanse Schans, Haarlem ou no Keukenhof na temporada. Com dois dias, abra mão do passeio; com um, percorra os canais cedo e escolha um único museu.

Para dois deles, com certeza. A Casa de Anne Frank vende ingressos só online, liberados com semanas de antecedência, e eles se esgotam quase imediatamente — reserve no momento em que fixar as datas. O Museu Van Gogh também é só com entrada por horário online e esgota dias antes na temporada. O Rijksmuseum é mais fácil, mas ainda vale reservar os horários da manhã.

A resposta é o trem: serviços diretos saem da estação sob o aeroporto até Amsterdam Centraal em 15-20 minutos, várias vezes por hora, a qualquer hora. De Centraal, bondes e o metrô se espalham pela cidade, e você valida entrada e saída de tudo por aproximação com o cartão ou o celular.