Em resumo
Praticamente todo passaporte brasileiro precisa de visto para a Índia em 2026. Para turismo, o e-Visa é solicitado online, aprovado por email em três a cinco dias úteis e apresentado no aeroporto com a e-Arrival Card preenchida até três dias antes da viagem (novo requisito 2026). Três variantes Tourist populares cobrem a maioria das viagens: 30 dias dupla entrada, 1 ano múltiplas entradas, 5 anos múltiplas entradas. Leitores indo-brasileiros com um pai ou avô de cidadania indiana podem se qualificar para o OCI; brasileiros entram com o pedido de OCI via Embaixada da Índia em Brasília ou Consulado Geral em São Paulo dependendo do estado. Este guia é o service desk para todo o percurso: escolha de variante, processo de pedido, missões indianas no Brasil, conexões a partir do Brasil, e as perguntas que brasileiros realmente fazem.
Brasileiros precisam de visto para a Índia?
Sim — quase sempre. Cidadãos brasileiros não têm entrada sem visto. A maior parte dos viajantes solicita o e-Visa online e escolhe uma das três variantes Tourist populares — 30 dias dupla, 1 ano múltipla ou 5 anos múltipla. Você sobe o scan do passaporte e uma foto biométrica e a aprovação chega por email em três a cinco dias úteis. Leitores indo-brasileiros devem verificar antecipadamente sua elegibilidade ao OCI — um visto vitalício que elimina a rotina anual de pedido.
Viaja com passaporte americano, britânico, australiano, canadense, irlandês ou neozelandês? Nossas edições por mercado cobrem a representação indiana para sua região, voos diretos do seu aeroporto de origem e recomendações de viagem do país de origem: US, UK, Austrália, Canadá, Irlanda ou Nova Zelândia. Passaporte português? Veja Portugal.
Abaixo: qual caminho se aplica a quem, as três variantes Tourist comparadas, o pedido passo a passo, o checklist antes de solicitar, duas vias para entrar com o pedido (portal DIY ou serviço de vistos em português), a Embaixada em Brasília e o Consulado em São Paulo, conexões aéreas do Brasil para a Índia, seis tipos de viagem que brasileiros realmente planejam, as permissões para zonas restritas, a armadilha FRRO dos 180 dias em estadias longas, o que fazer em caso de emergência na Índia, e as perguntas que brasileiros fazem.
- Passaporte brasileiro sem raízes indianas — e-Visa (a via padrão): Você solicita o e-Tourist Visa online do seu endereço brasileiro, paga em dólares americanos com cartão brasileiro e apresenta o PDF impresso no balcão de imigração na chegada. Três variantes Tourist populares (30 dias dupla, 1 ano múltipla, 5 anos múltipla) mais uma variante 6 meses entrada única. A escolha depende do formato da viagem, não do passaporte.
- Indo-brasileiro com raízes indianas — OCI provavelmente é o caminho: Se um pai, avô ou bisavô foi cidadão indiano, você pode se qualificar para o OCI — um visto vitalício que elimina a escolha de variante e o pedido a cada viagem. O processo passa pela Embaixada da Índia em Brasília ou pelo Consulado Geral em São Paulo dependendo do estado. Sem cartão OCI e com uma viagem iminente, solicite um e-Visa como solução provisória.
- Residente com passaporte estrangeiro — vale a regra desse passaporte: Uma autorização de residência no Brasil não muda a regra de visto indiano para o passaporte estrangeiro com o qual você viaja. Se seu passaporte estrangeiro está na lista e-Visa, solicite o e-Visa nesse passaporte. Caso contrário, depósito via Embaixada da Índia em Brasília ou Consulado Geral em São Paulo. A residência brasileira vale para sua reentrada no Brasil, não para a imigração indiana.
- Permissões para zonas restritas — em adição ao visto, não em substituição: Arunachal Pradesh, Nagaland, Manipur e Mizoram no Nordeste indiano; partes de Sikkim e Ladakh perto da fronteira sino-tibetana; e partes das Ilhas Andaman e Nicobar ficam sob o Protected Area Permit (PAP) ou Restricted Area Permit (RAP). A permissão é exigida em adição ao e-Visa, nunca em substituição.
- 30 dias dupla entrada — para a viagem turística curta: Válido 30 dias da primeira entrada, duas entradas permitidas nessa janela. A escolha padrão para brasileiros em primeira viagem com um único circuito de duas a quatro semanas: o Triângulo de Ouro, uma quinzena nos backwaters de Kerala, uma semana de praia em Goa, um desvio Mumbai-costa.
- 1 ano múltiplas entradas — para o visitante flexível: Múltiplas entradas dentro de uma janela de 365 dias a partir da concessão, com teto de 180 dias por ano civil. A variante certa para viagens divididas — um mês de inverno agora e o Himalaia mais tarde — e para turismo repetido em um ano.
- 5 anos múltiplas entradas — para o viajante de longo horizonte: Múltiplas entradas dentro de uma janela de 5 anos a partir da concessão, com o mesmo teto de 180 dias por ano civil. Serve a escritores e fotógrafos slow-travel que alternam invernos em Goa e verões no Himalaia, consultores brasileiros em projetos recorrentes em Bangalore ou Hyderabad, e professores de yoga que retornam para ciclos de formação.
Para além das três variantes populares
Três outras categorias existem ao lado das variantes Tourist populares. O e-Tourist Visa 6 meses entrada única (e-T2V) serve a uma única estadia ininterrupta entre três e seis meses. O e-Visa Business cobre feiras, conferências, visitas comerciais e consultoria curta; requer uma carta-convite indiana. O e-Visa Medical e o e-Visa Medical Attendant associado cobrem viagens de tratamento em hospitais indianos; carta de admissão exigida.
- 1Escolha sua variante: Entre 30 dias dupla, 1 ano múltipla, 5 anos múltipla, 6 meses única, Business ou Medical conforme o formato da viagem. O formulário é o mesmo; apenas a taxa e a validade variam. Em caso de dúvida, a variante Tourist 30 dias cobre a maioria das primeiras viagens brasileiras.
- 2Abra o portal de pedido: O portal e-Visa indiano aceita pedidos entre 30 e 120 dias antes da chegada prevista, dependendo da variante. Quanto mais cedo, melhor — o volume de alta temporada pode estender o prazo de três a cinco dias. Se sua viagem for em menos de quatro dias, o e-Visa não é viável; somente a via consular via Embaixada em Brasília ou Consulado em São Paulo permanece, e é lenta demais para viagens de última hora.
- 3Suba os documentos: Um scan claro da página biográfica do passaporte brasileiro e uma foto biométrica em JPG entre 10 KB e 1 MB, formato quadrado, frontal com olhos abertos, sem óculos, fundo claro ou branco. O portal rejeita arquivos grandes demais e fundos sombreados sem mensagem clara — verifique dimensões e iluminação antes do upload.
- 4Preencha o formulário e pague: Insira suas informações exatamente como aparecem no passaporte brasileiro. O campo «endereço na Índia» aceita o nome e telefone do seu primeiro hotel para pedidos turísticos. A taxa é em dólares americanos com cartão; um número de protocolo é gerado imediatamente e enviado por email.
- 5Aguarde o email de aprovação: A maioria dos pedidos limpos é resolvida em três a cinco dias úteis. Perfis de nacionalidade sensível e pedidos com sinalização documental podem levar sete a quatorze dias. O status é consultável a qualquer momento no portal com o número de protocolo e o número do passaporte.
- 6Preencha a e-Arrival Card e voe: Requisito 2026: preencher a e-Arrival Card online até três dias antes da viagem (um formulário por viajante). Imprima o PDF de aprovação e mantenha separado do telefone — o balcão e-Visa no aeroporto aceita qualquer um dos dois, mas uma bateria descarregada no momento errado é um risco pequeno mas real. Na imigração de Delhi, Mumbai, Bengaluru ou um dos 33 aeroportos e-Visa, vá ao balcão rotulado «e-Visa», apresente o PDF e o passaporte com o QR code da e-Arrival Card, deixe digitais — em cinco a quinze minutos você está dentro.
Checklist antes do pedido
Um checklist curto evita rejeições e surpresas. Validade do passaporte: mínimo seis meses da data do pedido, com pelo menos duas páginas em branco para carimbos. Renove no Brasil se estiver abaixo dessa margem — a renovação consular a partir da Índia é lenta.
A foto biométrica: a causa mais frequente de rejeição é uma sombra no fundo ou um arquivo acima de 1 MB. Cabines fotográficas brasileiras, casas de fotografia e farmácias com serviço de fotos atendem à especificação se você indicar que é para um e-Visa indiano.
O campo «endereço na Índia» aparece em cada pedido. Para turismo, o nome e telefone do primeiro hotel e a cidade bastam. Para uma escola de yoga, ashram ou curso de idiomas, use o endereço oficialmente registrado da instituição.
Nacionalidades e origens sensíveis. Dois grupos têm mais papelada e tempos mais longos: cidadãos brasileiros naturalizados do Paquistão, e cidadãos brasileiros cujos pais ou avós tinham cidadania paquistanesa. O processo costuma passar pela Embaixada da Índia em Brasília em vez do portal e-Visa.
Menores que viajam precisam cada um do seu próprio pedido de e-Visa, vinculado ao seu próprio passaporte brasileiro. Inclua uma certidão de nascimento internacional (plurilíngue) com ambos os pais no pacote de upload; em caso de viagem com apenas um dos pais ou um responsável, uma autorização adicional.
Certificado de febre amarela. Quem chega à Índia dentro de seis dias após a saída de um país endêmico para febre amarela deve apresentar um Certificado Internacional de Vacinação válido. A Índia lista 29 países africanos e 13 da América Central e do Sul como endêmicos. O Brasil está na lista para certas regiões — quem viaja a partir de áreas brasileiras de endemia (Norte, Centro-Oeste, partes do Sudeste) precisa do certificado. Verifique antes do voo; sem certificado, até seis dias de quarentena em centro designado.
Duas vias para entrar com o pedido: portal DIY ou serviço de vistos em português
DIY pelo portal governamental é a via mais barata e funciona perfeitamente para primeiros pedidos com perfil simples, passaporte com pelo menos um ano de validade, foto recente conforme e sem complicação paquistanesa ou off-list. Taxas governamentais pagas em USD com cartão. A desvantagem: o portal é intransigente — rejeições não incluem motivo na maioria das vezes, a hotline é lenta, e uma rejeição significa refazer do zero com nova taxa.
Um serviço de vistos em português fica entre você e o portal: revisão de documentos antes do envio (intercepta os erros de foto e ortografia de nome que causam a maioria das rejeições), um ponto de contato único para atualizações de status, coordenação familiar para que os documentos de cada menor estejam corretamente vinculados, um backup de última hora se o portal travar nas 72 horas finais antes da partida, gestão de rejeição-e-reenvio, e um atendimento em português quando o canal governamental fica em silêncio. O trade-off é uma taxa de gestão moderada além da taxa governamental — tipicamente algumas dezenas de reais por solicitante. Para famílias, calendários apertados e primeiros solicitantes sem margem, a via serviço tende a ser a mais tranquila.
- Embaixada da Índia, Brasília: A Embaixada da Índia em Brasília é a representação central da Índia no Brasil. Trata residentes dos estados fora da jurisdição do Consulado em São Paulo (todos os estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Minas Gerais, Espírito Santo) e coordena casos federais e nacionalidades sensíveis.
- Consulado Geral da Índia, São Paulo: O Consulado Geral em São Paulo cobre São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A maior comunidade indo-brasileira está em São Paulo, e o Consulado processa a maior parte dos pedidos consulares do Brasil.
Conexões aéreas do Brasil em 2026
Sem voo direto Brasil-Índia em 2026. Toda rota Brasil-Índia faz uma escala em um hub europeu, do Golfo ou da África.
Via Golfo Pérsico. A rota dominante para brasileiros. Qatar Airways a partir de GRU (São Paulo), GIG (Rio), BSB (Brasília), VCP (Campinas) via Doha (DOH) para Delhi, Mumbai, Bengaluru, Hyderabad, Chennai, Kochi e Kolkata. Emirates via Dubai (DXB) com saídas de GRU e GIG. Etihad via Abu Dhabi (AUH) com escalas convenientes para o sudeste e nordeste brasileiros. Tempo total de viagem com escala no Golfo: tipicamente 19 a 23 horas.
Via Europa. KLM via Amsterdã (AMS), Air France via Paris (CDG), Lufthansa via Frankfurt (FRA), British Airways via Londres (LHR) e Turkish Airlines via Istambul (IST) servem GRU, GIG e VCP. Total de viagem com escala europeia: 22 a 26 horas dependendo da combinação.
Via Etiópia. Ethiopian Airlines via Addis Abeba (ADD) é uma opção para passageiros do Nordeste e do Centro-Oeste, com saídas de São Paulo e Brasília. Permite acesso a destinos secundários no sul da Índia.

Varanasi durante Diwali — os ghats ao longo do Ganges se enchem de lamparinas e fogos rituais durante a festa das luzes, uma das experiências espirituais mais densas que um visitante brasileiro em primeira viagem pode planejar.
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- Triângulo de Ouro — Delhi, Agra e Rajastão: O clássico circuito primeira-Índia: Delhi para a capital mughal, Agra para o Taj Mahal em diária ou pernoite, Jaipur como porta de entrada do Rajastão de fortes e palácios. Udaipur, Jodhpur e Pushkar para uma segunda semana. O e-Visa Tourist 30 dias basta.
- Sul da Índia — backwaters de Kerala e templos tâmeis: Chegada a Kochi para os backwaters de Kerala e as tradições Ayurveda, depois para o leste em Tamil Nadu para os grandes templos Chola e a costa franco-tâmil de Pondicherry. Doze a dezesseis dias são confortáveis; o e-Visa 30 dias cobre.
- Goa — patrimônio e praia no circuito de Konkan: Goa em uma semana combina as igrejas UNESCO de Velha Goa e o bairro Fontainhas em Panaji com as praias, o mercado de Anjuna e um dia em Dudhsagar. Estender pela Konkan Railway para o norte de Karnataka para Gokarna e Hampi em duas semanas.
- Mumbai-entrada e o interior do Maharashtra: Pouso em Mumbai para o conjunto vitoriano-Art déco UNESCO, a cena gastronômica e as cavernas de Elephanta, depois as cavernas de Ajanta e Ellora do Maharashtra via Aurangabad, Pune como alternativa história-Maratha-mais-vinícola, e a costa de Konkan. O e-Visa 30 dias funciona.
- Bangalore, Hyderabad ou Chennai para negócios: Os corredores tech Bangalore (BLR), Hyderabad (HYD) e Chennai (MAA) mais o centro financeiro de Mumbai e o hub de consultoria de Gurgaon. Para reuniões-e-volta o Tourist 30 dias funciona sem engajamento remunerado com empregador indiano; para atividade com carta-convite, o Business e-Visa. Viajantes trimestrais calculam o e-Visa 5 anos como one-and-done.
- Bem-estar, formação de professor de yoga ou retiro Ayurveda: Rishikesh para as formações 200 e 500 horas, Mysore para ashtanga, Kerala para os intensivos Ayurveda, Bodh Gaya e Igatpuri para retiros Vipassana. O e-Visa 1 ano múltipla é adequado para estadias entre 30 e 180 dias; acima de 180 dias contínuos aciona o registro FRRO.
Zonas restritas — PAP, RAP e onde se aplicam
A maioria dos visitantes brasileiros em primeira viagem nunca encontra uma permissão de zona restrita. O Triângulo de Ouro, o circuito clássico Kerala-Tamil Nadu, Goa, Mumbai e Maharashtra, Varanasi e a planície gangetic, Karnataka, e a maior parte de Andhra Pradesh e Telangana estão todos na zona e-Visa padrão sem papelada adicional.
Os Protected Area Permits (PAP) cobrem a entrada de estrangeiros em Arunachal Pradesh, Nagaland, Manipur, Mizoram, partes de Sikkim e Ladakh perto da fronteira sino-tibetana. O PAP de Arunachal passa por operadores licenciados com itinerário fixo. Os Restricted Area Permits (RAP) cobrem partes das Ilhas Andaman e Nicobar e um subconjunto de Sikkim; desde 2018, trinta ilhas Andaman habitadas não exigem mais RAP. A partir de 2026, o RAP de Sikkim para estrangeiros é emitido online via o portal e-FRRO.
FRRO — a regra dos 180 dias de estadia contínua
Brasileiros que permanecem na Índia por mais de 180 dias contínuos em uma única estadia devem se registrar no Foreigners Regional Registration Office (FRRO) dentro de 14 dias após cruzar o dia 180. A regra se aplica a turistas de longa duração no tier 1 ano ou 5 anos múltipla tanto quanto a portadores de visto estudante e emprego. O limiar é a estadia contínua, não a soma de dias no ano — sair e voltar zera o contador.
Quem se surpreende são justamente os que ficam continuamente. Se você chega num múltipla-entrada, fica 100 dias, sai duas semanas para Sri Lanka, Nepal, Butão ou Maldivas e volta por mais 90 dias, o contador é zerado e o FRRO não dispara. Se permanece na Índia e só viaja entre estados, a contagem continua. O processo é agora inteiramente online via o portal e-FRRO — sem papel, sem dinheiro vivo e geralmente sem visita ao escritório. Titulares de cartão OCI e crianças abaixo de 12 anos estão isentos. Considere o dia 175 como o último momento confortável para abrir o pedido.
No balcão e-Visa
33 aeroportos indianos operam balcões e-Visa, incluindo Delhi (DEL), Mumbai (BOM), Bengaluru (BLR), Chennai (MAA), Hyderabad (HYD), Kochi (COK), Kolkata (CCU) e os principais hubs regionais, mais dezenove portos marítimos e quatro postos de fronteira terrestre. Após o desembarque, dirija-se ao balcão rotulado «e-Visa», apresente o PDF de aprovação impresso ou a versão digital no celular junto com o passaporte brasileiro e o QR code da e-Arrival Card, e deixe digitais e foto. Cinco a quinze minutos dependendo da fila.
Saúde e seguro
Seguro viagem não é legalmente obrigatório para a entrada, mas hospitais privados nos grandes destinos cobram a tarifas internacionais. O SUS não cobre atendimento fora do Brasil; o convênio brasileiro tipicamente também não. Contrate uma apólice viagem-médica dedicada que inclua repatriamento. O certificado de febre amarela é o único documento sanitário obrigatório na fronteira — e para brasileiros essa exigência se aplica dependendo da região de origem (estados de endemia). Vacinas recomendadas (Hepatite A e B, tifoide, reforço de tétano, encefalite japonesa para rotas rurais do Nordeste indiano) — consulta médico-viagem em ANVISA ou em clínica de medicina do viajante seis a oito semanas antes da partida.
Se algo der errado na Índia: as missões brasileiras
O Brasil tem uma Embaixada em Nova Delhi e um Consulado-Geral em Mumbai. Passaporte brasileiro perdido ou roubado. Faça um boletim de ocorrência na delegacia local primeiro, depois agende um passaporte de emergência na Embaixada em Nova Delhi (para o norte e leste, o anchor) ou no Consulado-Geral do Brasil em Mumbai (para o oeste e sul). Documentos de viagem de emergência tipicamente emitidos em um a dois dias úteis.
Hospitalização ou emergência médica. Contate a seção consular da representação mais próxima. Eles podem avisar seus familiares, coordenar com seu seguro viagem, transmitir prontuários médicos e, em casos extremos, facilitar uma evacuação médica. Detenção ou problema legal. Insista em contatar o consulado brasileiro; a representação fornece uma lista de advogados que falam inglês e português e monitora as condições de detenção. Não pode pagar fiança ou fornecer representação legal. Falecimento de um cidadão brasileiro no exterior. A representação ajuda com a documentação, logística de repatriamento e serviços notariais. O Plantão Consular do Itamaraty em Brasília (+55 61 3411 8100) opera 24 horas. O cadastro no e-consular do Itamaraty (ec-novadelhi.itamaraty.gov.br) antes da viagem coloca você na lista de contato da embaixada — recomendado para o Nordeste, Andaman ou qualquer zona de permissão restrita.
O Ministério do Interior indiano fixa as taxas e-Visa em dólares americanos por nacionalidade, atualizadas anualmente, e o portal mostra o valor exato assim que o passaporte brasileiro é inserido. Como referência ao momento da publicação: cerca de USD 25 para a variante 30 dias dupla, USD 40 para 1 ano múltipla e USD 80 para 5 anos múltipla. A cobrança em reais segue a cotação do cartão no dia. Um serviço de vistos em português adiciona uma taxa de gestão moderada.
Não nas variantes e-Visa regulares. O mais longo Tourist e-Visa é o 5 anos múltipla, com o mesmo teto de 180 dias por ano civil. As únicas vias com direito de permanência mais longo são o cartão OCI (vitalício, para solicitantes de origem indiana) ou vistos consulares de longa duração específicos.
Use o link Application Status no portal e-Visa indiano. Insira o número de protocolo e o número do passaporte; o estágio atual e quaisquer sinalizações documentais são mostrados. O status normalmente vai de «pedido recebido» → «em processamento» → «concedido» em três a cinco dias úteis. Se não se move há mais de uma semana, contate o helpdesk ou a Embaixada em Brasília.
Itamaraty — Informações sobre a Índia
As informações oficiais do Ministério das Relações Exteriores do Brasil para a Índia — requisitos de entrada e saída, alertas de segurança, contatos das missões brasileiras (Embaixada Nova Delhi, Consulado-Geral Mumbai) e link para o serviço e-consular para alertas de segurança e contato de emergência.
Incredible India — Portal oficial do turismo indiano
O portal de visitantes do Ministério do Turismo da Índia — guias por estado e tema, calendário de eventos e lista de operadores registrados. Disponível em inglês e outros idiomas.
Archaeological Survey of India
O órgão federal que mantém os monumentos protegidos da Índia — Taj Mahal, Khajuraho, Ajanta-Ellora, Hampi, Konark e cerca de 3.600 outros — com informações dos sítios, horários e portal de bilheteria online.
IHR Point of Entry — Vacinação contra febre amarela
A página IHR Point of Entry do Ministério da Saúde indiano listando os países endêmicos para febre amarela que a fronteira trata como gatilho do certificado, a regra de trânsito e o protocolo de quarentena.
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